O ex-governador de Mato Grosso do Sul e pré-candidato ao Senado, Reinaldo Azambuja (PL), disse que a existência de quase 12 mil obras paradas é um desperdício inaceitável de dinheiro público e defendeu uma solução nacional para concluir essas obras, como fez em MS durante a sua gestão. “Obras paradas é dinheiro jogado fora e milhares de empregos desperdiçados”, afirmou.
Quem apontou a existência de 11.941 obras paradas foi o Tribunal de Contas da União (TCU), situação que compromete investimentos bilionários e impede que hospitais, escolas, creches, rodovias e outras estruturas essenciais sejam entregues à população.
Para Reinaldo, o problema representa um retrato preocupante da ineficiência administrativa brasileira. “Isso significa hospital sem atendimento, escola sem aluno, pontes inacabadas e estradas que não ligam a lugar nenhum”.
Ao defender uma atuação firme no Senado contra o desperdício de recursos públicos, Reinaldo destaca a experiência acumulada durante os oito anos em que governou Mato Grosso do Sul. Em sua gestão, foi implantado o programa Obra Inacabada Zero, criado para retomar e concluir empreendimentos herdados de administrações anteriores que estavam abandonados há anos.
A iniciativa permitiu a retomada e entrega de mais de 220 obras em diversas regiões do Estado, beneficiando diretamente milhares de famílias.
Entre os projetos destravados durante sua administração estão importantes estruturas consideradas estratégicas para o desenvolvimento de Mato Grosso do Sul, como o Hospital do Trauma, em Campo Grande; a sede definitiva da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) na Capital; além do Bioparque Pantanal, hoje reconhecido nacionalmente como o maior aquário de água doce do mundo e um dos principais centros de pesquisa e turismo do país.
“Quando assumimos o governo, encontramos muitas obras abandonadas, algumas há mais de dez anos. Criamos uma força-tarefa, reorganizamos contratos, ajustamos projetos e concluímos aquilo que a população esperava há muito tempo. Obra parada é símbolo de desperdício e desrespeito com o cidadão”, destacou.
Pré-candidato ao Senado, Reinaldo afirma que pretende levar essa experiência administrativa para Brasília, defendendo mecanismos legais que aumentem a responsabilidade sobre obras públicas financiadas com recursos federais.
Entre as propostas defendidas pelo ex-governador estão maior rigor técnico nos projetos, acompanhamento permanente da execução física e financeira das obras, integração entre órgãos de controle e punição mais severa para empresas e gestores responsáveis por paralisações injustificadas.
“Não é aceitável que o Brasil continue convivendo com bilhões enterrados em obras inacabadas enquanto faltam hospitais, escolas e infraestrutura básica. Precisamos de planejamento, responsabilidade e compromisso com o dinheiro do contribuinte”, afirmou.
Reinaldo também defendeu maior agilidade burocrática para evitar que impasses jurídicos e administrativos se transformem em abandono definitivo de obras importantes para estados e municípios. “Quero levar para o Senado a experiência de quem administrou, entregou resultados e sabe que obra pública não pode virar monumento ao desperdício. O cidadão paga imposto para ver a obra pronta, funcionando e melhorando sua vida. Esse será um compromisso permanente do nosso mandato”, concluiu.




















