Após a morte do jovem Matheus Santana Falcão, de 21 anos morrer com suspeita de intoxicação por metanol, em Campo Grande, equipes do Decon (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra as Relações de Consumo), do Garras (Delegacia de Repressão a Roubos a Bancos, Assaltos e Sequestros), Vigilância Sanitária e do Procon/MS estiveram no mercado e conveniência, no Jardim Colibri, onde vítima comprou garrafas de pinga “Camelinho” e Vodka recolhendo amostras.
Ambos os estabelecimentos são próximos da casa onde o jovem morava com a família. O mercado fica a cerca de 200 metros da conveniência e na mesma quadra da residência do rapaz. Neste estabelecimento, os policiais recolheram duas caixas de cachaça da mesma marca consumida pela vítima antes de passar mal e ser levada para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Universitário.
Na conveniência, foram recolhidas três caixas de cachaça do mesmo lote das que foram apreendidas no mercado.
O rapaz, segundo o boletim de ocorrência, bebeu whisky no sábado, vodka e cachaça no domingo, mas há relatos da família que indicam que ele tinha bebido da noite de quarta (1°) para quinta-feira (2).
Na quinta-feira, começou a passar mal, queixando-se de dores no estômago, náuseas e vômito escuro. Ele desmaiava e recobrava a consciência, até que a família acionou o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência). Ele foi levado consciente até a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Universitário.
Quinze minutos depois, o quadro se agravou. Conforme o registro da ocorrência, ele apresentou uma crise convulsiva, perdeu a consciência e foi levado à sala vermelha, já em parada cardiorrespiratória.
Foram feitas manobras de reanimação e intubação, porém o rapaz não resistiu. O corpo foi levado ao IMOL da Capital para exames periciais.




















