Uma ação rápida do GOI (Grupo de Operações e Investigações), com apoio de inteligência da DERF (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Roubos e Furtos), culminou na abordagem e detenção de suspeitos envolvidos em um furto qualificado durante o repouso noturno, pelo concurso de pessoas e pelo abuso de confiança em um centro comercial localizado no bairro Jardim Carioca, em Campo Grande (MS). A investigação teve suporte crucial de informações de inteligência fornecidas pela DERF, que já monitorava ocorrências anteriores na mesma empresa.
O Crime e a Ação Operacional
O caso veio à tona na madrugada deste sábado (15), por volta das 02h50, quando o supervisor de cargas e descargas da transportadora, T. M. D. (35 anos), acionou as autoridades após notar pelo sistema de monitoramento que um ex-funcionário invadira o depósito de produtos congelados.
Com base nas informações de inteligência levantadas pela DERF sobre furtos anteriores na câmara frigorífica, a equipe tática do GOI intensificou o patrulhamento e a vigilância na região. Por volta das 04h00, os investigadores do GOI, com o apoio de uma equipe da força tática da PM interceptaram um veículo Chevrolet Onix preto na Avenida Sete.
Abordagem e Apreensão
No interior do automóvel, conduzido por L. C. O. E. (24 anos) — ex-funcionário apontado como autor do furto —, os policiais recuperaram toda a carga subtraída. Entre os produtos recuperados estavam: 13 caixas de picanha fatiada Friboi (avaliadas em R$ 12.950,00), 02 caixas de bacon Seara (avaliadas em R$ 580,00), 01 fardo de suco Prates de 1,5 litro (avaliado em R$ 100,00).
Também foram apreendidos um aparelho celular, o veículo utilizado na ação e uma chave que o autor utilizava para acessar o escritório e abrir a câmara fria.
Desdobramentos
Durante a abordagem, L. C. O. E. (24 anos) confessou o crime e revelou que utilizava uma chave antiga guardada desde o período em que trabalhava no local. Ele estava acompanhado de seu irmão, V. C. O. S. (26 anos), que alegou ter sido chamado apenas para receber uma suposta carne de presente, sem saber da origem ilícita. O autor principal ainda mencionou a suposta colaboração de outro funcionário atual da empresa, identificado como C. O. L..




















