Enquanto o governo federal comemora sucessivos recordes de arrecadação, empresários enfrentam dificuldades crescentes para manter suas atividades, e trabalhadores convivem com a insegurança sobre o próprio futuro.
Dados recentes da Serasa Experian mostram que o Brasil registra hoje 8,7 milhões de empresas inadimplentes, com um volume superior a R$ 201,7 bilhões em dívidas em atraso, reflexo de um ambiente marcado por juros elevados, pressão tributária e perda de capacidade de investimento.
Ao mesmo tempo, a Receita Federal anunciou que a arrecadação federal alcançou R$ 229,2 bilhões apenas em março. No acumulado do primeiro trimestre de 2026, o governo já arrecadou R$ 777,1 bilhões.
Para o pré-candidato ao Senado por Mato Grosso do Sul, Capitão Contar (PL), os números revelam a urgência de medidas que aliviem a pressão sobre quem produz, investe e gera empregos.
“É preciso agir diante de um cenário em que o governo arrecada cada vez mais, enquanto empresários lutam para seguir produzindo e trabalhadores vivem sob a incerteza sobre seus empregos”, destacou Contar.
Segundo Capitão Contar, o Senado pode contribuir com mudanças na legislação para ajudar a reduzir burocracias, ampliar o acesso ao crédito e fortalecer a segurança jurídica para quem empreende, investe e gera empregos.
Nesse contexto, Contar reforçou que as medidas em favor das empresas precisam contemplar também o trabalhador. Para ele, a legislação trabalhista deve ser modernizada para acompanhar a realidade atual do mercado e garantir segurança jurídica tanto para quem empreende quanto para quem trabalha.
“Garantir direitos proporcionais às horas trabalhadas, com segurança jurídica e flexibilidade é essencial para preservar empregos e fortalecer empresas. Defender quem empreende é também defender o trabalhador e a estabilidade das famílias. O Senado pode atualizar regras e reduzir obstáculos para proporcionar um ambiente mais justo e moderno”, concluiu Contar.



















