Já no cenário de segundo turno, o petista aparecia com 42%, ante 41% do bolsonarista. Agora, a diferença entre os dois no segundo turno é inexistente, o que não acontecia desde março, quando ambos também apareciam no mesmo patamar numérico.
Na pesquisa divulgada neste feriado de 7 de Setembro, Marçal tem 1% de menções. Renan Santos (Missão) aparece com 3%, enquanto Ronaldo Caiado (PSD) tem 3%, Romeu Zema (Novo), 2%, e Samara Martins (UP), 1%. Os demais nomes não pontuaram. Nesse cenário, os indecisos são 9%, e os votos brancos ou nulos, 8%.
A Quaest fez 2.004 entrevistas a domicílio com brasileiros de 16 anos ou mais entre os dias 3 e 6 de setembro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, e o nível de confiança, de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-01720/2026.
Na pesquisa espontânea, quando o entrevistado não tem acesso a uma lista com os nomes dos candidatos, Lula registra 28% de menções, seguido por Flávio, com 20%, e Cury, com 4%. Outros nomes somam 5%. Os indecisos na espontânea são 42%, e 1% votará branco ou nulo.
Em um eventual segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, o presidente tem 41% das intenções de voto, e o senador, 41%. Nesse cenário, indecisos representam 5%, enquanto 13% que votarão branco ou nulo ou não irão votar.
Flávio é o adversário de Lula com maior porcentual nas simulações de segundo turno da Quaest, mas o presidente também empataria tecnicamente com Ronaldo Caiado e Augusto Cury.
Contra Caiado, Lula registra 41% das intenções de voto, ante 38% do ex-governador de Goiás. Cury tem 35%, contra 39% do petista. No cenário com Renan Santos, Lula tem 42% das intenções de voto, ante 37% do candidato do Missão. Já contra Romeu Zema, o presidente registra 44%, enquanto o ex-governador de Minas Gerais tem 33%.
Lula e Flávio Bolsonaro são os candidatos com maior rejeição entre os nomes testados pela pesquisa. Segundo o levantamento, 55% dos entrevistados conhecem o senador do PL e não votariam nele. Lula aparece com 53% nesse quesito. Os índices configuram empate técnico dentro da margem de erro. Na sequência, Pablo Marçal registra 45% de rejeição, seguido por Ronaldo Caiado, com 41%, Romeu Zema, com 39%, Renan Santos, com 29%, e Augusto Cury, com 26%.
Em relação à aprovação do governo, 50% dos brasileiros desaprovam o trabalho de Lula, enquanto 43% aprovam a forma como o petista conduz o governo. Outros 7% não responderam. Na rodada anterior, divulgada na semana passada, Lula tinha 48% de desaprovação e 45% de aprovação. Outros 7% não responderam.
Quanto à avaliação de governo, são hoje 38% os que têm uma visão negativa do governo, contra 37% da pesquisa anterior. Por outro lado, 34% dos brasileiros fazem uma avaliação positiva (eram 35% na pesquisa anterior). Continuam sendo 25% os que fazem uma avaliação regular. Os que não sabem ou não responderam continuam sendo 3%.