A Polícia Civil do Mato Grosso do Sul, por intermédio da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e do Instituto de Identificação, identificou, nesta quarta-feira (25), o homem encontrado morto na Cachoeira do Inferninho, em Campo Grande, no último sábado (22), por praticantes de rapel na região.
A vítima utilizava tornozeleira eletrônica e não portava documentos. O corpo foi levado para o Instituto Médico Odontológico Legal (IMOL) e submetido a exame papiloscópico. Os laudos foram concluídos hoje de manhã, possibilitando identifica-lo como Guilherme Carlos Canozi, de 29.
A investigação aguarda autorização judicial para ter acesso ao histórico de monitoramento da tornozeleira eletrônica, o que permitirá o avanço das apurações.
A Polícia Civil apura se a morte dele tem envolvimento com o da morte de Giovana Castura Werner, de 51 anos, encontrada com um tiro na cabeça na mesma região na segunda-feira (23). O carro dela foi encontrado com um pá e sangue no Jardim Colúmbia.
Embora os corpos tenham sido encontrados na mesma região, em dias distintos, os casos, a princípio, não apresentam relação entre si, considerando as diferenças nos modos de execução.
As investigações seguem de forma independente. Novas informações serão divulgadas oportunamente.




















