O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) confirmou nesta segunda-feira, 19, que, se eleito, pretende criar uma regra para permitir que beneficiários do Bolsa Família continuem recebendo os recursos até dois anos após arrumarem emprego formal ou abrirem um negócio. Até então, em seus discursos, Flávio abordava a possibilidade, mas não fixava um limite de tempo.
“Você que recebe o Bolsa Família fica tranquilo, seu benefício está garantido […] É para incentivar você, caso queira, quando você arrumar o emprego de carteira assinada ou abrir a própria empresa, você continua recebendo sua Bolsa Família por até dois anos”, afirmou o presidenciável em vídeo publicado no Instagram.
A declaração vem após Daniella Marques, coordenadora econômica da campanha de Flávio, mencionar o período de transição de dois anos em uma entrevista mais cedo. Flávio acusou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) (PT) de espalhar uma “fake news cabeluda” de que ele acabaria com o programa – o que ele nega.
Mais cedo, Daniella Marques disse em entrevista à CBN Bahia que o governo Flávio planejava implementar uma regra de transição de dois anos no Bolsa Família para que os beneficiários abram seus negócios ou aceitem empregos de carteira assinada, com retorno automático ao benefício, caso não consigam oportunidades.




















