Com rebanho bovino de 325,9 mil animais – 18º maior de Mato Grosso do Sul –, Miranda tem diversificação produtiva e, em 2024 registrou o total de 12.083 hectares dedicados à agricultura, sendo soja, arroz (em casca) e milho as principais culturas. Além da pecuária pantaneira e da agricultura, o município tem riquezas turísticas e diversidade cultural. As informações são da Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM) e Produção Agrícola Municipal (PAM), ambas do IBGE
“É um município que produz com identidade e futuro. Miranda reúne Pantanal, pecuária e diversidade indígena em uma mesma economia territorial e isso permite se destacar no cenário econômico de Mato Grosso do Sul”, diz o economista e doutor em Desenvolvimento, Jaime Verruck, atualmente candidato a deputado federal pelo Republicanos.
Assim, Miranda tem três ativos que o definem: primeiro a localização, paisagem e cultura pantaneira que dão ao município uma marca turística reconhecida e conectada ao corredor Campo Grande-Corumbá; depois a pecuária de escala, já que o rebanho bovino sustenta a atividade rural, transporte e serviços — a agropecuária responde por 23,0% dos vínculos formais —; e por fim, a diversidade cultural, já que as comunidades indígenas, artesanato, gastronomia e eventos criam base para etnoturismo e economia criativa com identidade própria.
“Mais do que caminho para o Pantanal, Miranda segue se desenvolvendo para se integrar à parte central da experiência de quem visita a região”, aponta Jaime Verruck.




















