A cesta básica de Campo Grande apresentou, em abril, dez alimentos com variação de alta, fechando ao custo de R$ 826,89. Esse valor é quase R$ 21 superior ao custo observado no mês de março, o que representa uma alta de 2,60%.
Em abril de 2026, o preço da cesta básica de Campo Grande apresentou alta de 2,60% em relação a março e custou R$ 826,89. Na comparação com abril de 2025, o valor acumulou elevação de 2,71%. Na variação acumulada ao longo do ano, a cesta apresentou alta de 6,57%.
Entre março e abril, 10 dos 13 produtos que compõem a cesta básica tiveram aumento nos preços médios: batata (19,57%), tomate (11,89%), leite integral (8,78%), óleo de soja (3,64%), feijão carioca (3,14%), arroz agulhinha (3,02%), manteiga (1,98%), carne bovina de primeira (1,32%), café em pó (0,80%) e pão francês (0,50%).
Os outrost rês produtos apresentaram queda de preço: açúcar cristal (-3,88%), banana (-3,07%) e farinha de trigo (-0,90%).
No acumulado dos últimos 12 meses, foram registradas elevações em sete dos 13 produtos: feijão carioca (34,50%), carne bovina de primeira (8,42%), pão francês (6,18%), óleo de soja (3,79%), café em pó (2,26%), leite integral (1,68%) e batata (0,20%). Apresentaram diminuição de preços: arroz agulhinha (-27,69%), açúcar cristal (-22,03%), tomate (-14,86%), farinha de trigo (-1,79%), manteiga (-1,32%) e banana (-0,33%).
No acumulado do primeiro quadrimestre de 2026, sete produtos registraram alta: tomate (58,72%), feijão carioca (35,69%), batata (22,79%), leite integral (5,57%), carne bovina de primeira (3,93%), arroz agulhinha (2,50%) e manteiga (1,06%). O preço de pão francês manteve-se estável. Os seguintes produtos apresentaram queda de preço: açúcar cristal (-9,55%), óleo de soja (-7,85%), farinha de trigo (-4,97%), banana (-4,54%) e café em pó (-4,04%).
Em abril de 2026, o trabalhador de Campo Grande remunerado pelo salário mínimo de R$ 1.621,00 precisou trabalhar 112 horas e 13 minutos para adquirir a cesta básica. Em março de 2026, o tempo de trabalho necessário havia sido de 109 horas e 23 minutos. Em abril de 2025, quando o salário mínimo era de R$ 1.518,00, o tempo de trabalho necessário era de 116 horas e 41 minutos.
Considerando o salário mínimo líquido, após o desconto de 7,5% da Previdência Social, o mesmo trabalhador precisou comprometer, em abril de 2026, 55,15% da sua renda para adquirir a cesta. Em março de 2026, esse percentual correspondeu a 53,75% da renda líquida e, em abril de 2025, a 57,34%




















