Apoiado publicamente pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) em sua caminhada política em Mato Grosso do Sul, Daverson tem colocado a preparação dos jovens para as transformações econômicas do Estado entre as propostas apresentadas nesta campanha.
Batizada de Programa Jovem Bioceânico, a proposta prevê aproximar escolas estaduais de instituições do Sistema S, como Senai, Senac e Senat, para oferecer formação profissional aos estudantes ainda durante o ensino médio.
A ideia é direcionar a capacitação para atividades que devem ganhar demanda com a consolidação do corredor internacional, incluindo logística, transporte de cargas, manutenção e operação de frotas, comércio exterior, procedimentos aduaneiros e idiomas.
Para Daverson, Mato Grosso do Sul precisa antecipar a formação dos trabalhadores ao mesmo tempo em que avança na infraestrutura necessária para receber o corredor.
“Não basta a Rota Bioceânica passar por Mato Grosso do Sul. Precisamos preparar os nossos jovens para ocupar os empregos que ela vai gerar. Se começarmos essa formação agora, quando as empresas ampliarem suas operações, teremos trabalhadores daqui preparados para disputar essas vagas”, afirma.
A proposta também pretende ampliar as oportunidades profissionais para jovens do interior, aproximando a formação oferecida nas escolas das necessidades do mercado de trabalho que deve se desenvolver ao longo do corredor.
Na avaliação de Daverson, a qualificação antecipada pode evitar que empresas instaladas ou ampliadas em Mato Grosso do Sul precisem buscar profissionais especializados em outros estados por falta de mão de obra local. “Estamos falando de uma transformação econômica que pode durar décadas. O jovem que hoje está no ensino médio precisa enxergar que pode trabalhar com comércio internacional, logística e grandes operações sem necessariamente precisar deixar sua cidade ou Mato Grosso do Sul para encontrar uma oportunidade”, acrescenta.
A Rota Bioceânica pretende conectar o Brasil aos portos do norte do Chile por meio de Paraguai e Argentina, criando uma alternativa terrestre de acesso ao Oceano Pacífico. Mato Grosso do Sul ocupa posição estratégica no projeto e deverá concentrar parte dos impactos econômicos e logísticos provocados pelo novo corredor.




















