Núcleo sucroenergético, base agrícola combinada e mercado formal intenso integram três ativos que definem o município de Vicentina, que nos últimos anos recebeu atenção para alavancar o desenvolvimento.
“Foram realizadas várias ações voltadas à interiorização dos investimentos, à geração de empregos e ao fortalecimento da base produtiva local. O principal marco foi o convênio para construção de três barracões destinados a receber novas empresas”, diz o economista e doutor em Desenvolvimento, Jaime Verruck, que atualmente é candidato a deputado federal pelo Republicanos.
O município também aparece no mapa industrial de Mato Grosso do Sul pela presença da Kagiva, do Grupo Mundi, maior produtor de bolas esportivas do país. Além da estrutura produtiva, Vicentina se beneficia de sua inserção no eixo logístico da BR-376/MS, rodovia que atravessa a região produtora da Grande Dourados e funciona como rota de acesso a São Paulo, ao Paraná e aos portos de exportação.
Panorama — Vicentina apresenta três ativos que definem o município: o núcleo energético, representado pela Central Energética Vicentina, autorizada a produzir 585 m³/dia de etanol hidratado; a base agrícola combinada, em que cana-de-açúcar, soja e milho somaram a maior parte dos R$ 127,3 milhões da produção agrícola de 2024; e o mercado formal intenso, com 27,1 empregos por 100 habitantes e saldo de 127 vagas no Caged apenas em abril de 2026.




















